Guia AnnieEscreve #5

Já faz 84 anos desde o último #GuiaAnnieEscreve. Mesmo devagar, enquanto eu estava dando conta de algumas prioridades muita coisa interessante aconteceu por aqui. Será que você perdeu alguma coisa?



Muita coisa foi escrita aqui desde o último guia. O site chegou a ficar fora do ar por quase um mês, e sabe o que fez os textos voltarem com tudo? Todo mundo que mandou mensagem porque tentou acessar e não conseguiu. Eu não escrevo porque tem gente lendo, eu escrevo porque preciso, mas saber que vocês estão aí do outro lado dá muita vontade de fazer tudo cada vez melhor. Obrigada!!

E sobre o que eu escrevi? Aqui no Annie Escreve se fala sobre todo tipo de assunto. Não é um blog sobre política, livros, organização, relacionamentos, vida cristã, séries, moda, beleza... É o meu blog. Assim como os meus amigos podem conversar comigo sobre esses e quinhentos outros assuntos, vocês podem ler a minha opinião sobre qualquer coisa aqui.

Falamos sobre tolerância e empatia, e sobre comunicação no casamento. Falamos sobre atividades extravagantes para gastar o tempo e o dinheiro que a gente não tem, falamos sobre a rotina de cada um e os motivos porque muitas mulheres estão sozinhas no trabalho doméstico.

Dei dicas de séries sobre política e de como descartar alguns itens que se acumulam pela casa porque a gente não consegue jogar no lixo. Indiquei alguns livros para ler e dar risada e falei sobre a problematização da beleza.

Escrevi sobre o dilema em que a melhor parte é também a mais difícil, a glamourização do sofrimento, a polêmica da exposição que foi cancelada e, talvez a treta mais importante do ano: um texto informativo, explicativo e bastante extenso sobre a reforma trabalhista, colocando de forma bem clara o que é verdade e o que é mito, o que vai ajudar a sua vida e o que vai atrapalhar. Se você ainda está meio confuso com esse tema, leia já! A reforma já começa a valer em novembro.

Eu li Multiplique (Francis Chan) depois de Casais e Dinheiro (Victoria Felton-Collins e Suzanne Blair Brown), Dívida Boa Dívida Ruim (Jon Hanson) e Mais Tempo Mais Dinheiro (Gustavo Cerbasi e Christian Barbosa). Depois de ler muita coisa sobre o mesmo tema em sequência a mente começa a saturar. Eu estava precisando mudar de assunto, e esse livro sobre discipulado foi perfeito para o momento.

Depois disso, li Marketing de Conteúdo (Rafael Rez) e Você é o que você compartilha (Gil Giardelli). Recomendo muito a leitura do primeiro para quem quer colocar a sua cara na internet, o segundo livro já não é tão interessante como na época em que foi lançado. Terminei a leitura de Cristianismo puro e simples (C. S. Lewis) e agora estou lendo A Lógica do Cisne Negro (Nassim Nicholas Taleb), um livro com muitas críticas negativas e positivas, o que torna as coisas bastante interessantes.

Também li Contos Plausíveis (Carlos Drummond de Andrade) e Cien Años de Soledad (Gabriel García Marquez) muito, muito lentamente. Depois disso, li rapidinho A lenda do cavaleiro sem cabeça para poder dizer para vocês: não leiam! É chato, os personagens são chatos e o cavaleiro aparece por dois segundos na história toda (por que esse título, né?). Voltei para o Drummond: Lição de Coisas, o último Drummond não lido na minha biblioteca. Estou aceitando doações (na edição branquinha da Companhia das Letras, por favor, pra não bagunçar a estante).

Aqui no apartamento doze terminamos de assistir House of Cards e Better Call Saul e embora estejamos duas temporadas atrasados com Orange is the New Black, a falta de vontade de continuar assistindo (desculpa) nos levou a começar Forever, uma série curta - só teve uma temporada de 22 episódios - sobre um médico legista imortal. Tem uma pegada Sherlock Holmes, com uma história mais complexa sobre a sua imortalidade e a descoberta de outro cara imortal, só que psicopata (eita).

Por falar em Holmes, estou assistindo Elementary na Netflix, uma releitura de um Sherlock Holmes contemporâneo em Nova York acompanhado de uma Watson, sim, John Watson se tornou Joan Watson. Estou curtindo muito a série! Quase todas as temporadas estão na Netflix e, se seguir o padrão, a última deve ser lançada no streaming quando começar a próxima na TV americana, nos próximos meses.

Comecei a ver Parenthood, a série que todo mundo quer ver depois de Gilmore Girls. Tenho um número bem restrito, e pra entrar uma nova alguém tem que sair, e essa estava na fila há muito tempo. Entrou no lugar de Orphan Black, que acabou.

Orphan Black tem todas as temporadas na Netflix e conta a história de clones humanos lutando por sua liberdade contra a empresa que os criou. O filme Onde está segunda?, lançamento da Netflix, me lembrou um pouco a série, com esse ar de ficção científica e distopia e uma grande atriz interpretando várias personagens diferentes.

Assisti Ballerina, que é uma animação bonitinha, mas nada de extraordinário. Fomos no cinema com o sobrinho marlindo ver Meu Malvado Favorito 3 que eu achei bem mais ou menos perto dos outros filmes da franquia. Os meninos gostaram.

Um filme que eu achei que seria mais ou menos, mas acabou sendo engraçado é o Mom's Night Out, que em português ficou com o título Mamãe: Operação Balada (que não tem nada a ver porque elas saem pra jantar e não pra balada). Com o marido, assisti Malévola (ele escolheu e isso significa que eu casei certo), e embora eu estivesse com muito sono (tô virando a minha mãe) gostei muito do filme!

Tô ouvindo muito as rádios do Spotify. A minha favorita é a partir da artista Lorena Chaves. Toca muita música delicinha nessa trilha. A "rádio do artista" no Spotify não são músicas escolhidas pelo artista, são músicas que as pessoas que ouvem aquele artista gostam e você pode calibrar a rádio contando para o Spotify se você gosta dessa música ou não. Também tô curtindo muito Vocal Livre, Amanda Rodrigues e Deise Jacinto.

Fora do streaming, já estamos ensaiando para o musical de Natal!!! Pois é, piscou, o ano acaba, e por aqui vai ser tudo liiindo. Eu sou o tipo de pessoa que ama essa época do ano, e não vejo problema nenhum em começar the most wonderful time of the year alguns meses mais cedo. Já é Natal por aí?

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